domingo, 25 de janeiro de 2015

Da mudança


Tanto. Quando? Como? Porquê? Para quê? Talvez sejam irrelevantes as respostas. A vida corre e a mudança arrasta-nos, muitas vezes contra a nossa vontade. E deixamo-nos ir, nem sempre sabendo para onde.
Decidi encará-la não como uma contrariedade, mas como uma oportunidade. De conhecer coisas novas. De conhecer-me melhor. De sair de mim para ir ao encontro dos outros. De sair do meu "mundinho" para descobrir novos universos. Mesmo que eles não sejam mais do que um pequeno espaço no outro lado do mundo, onde começo a entender que o meu quase nada é o quase tudo de tanta gente. 
Que eu saiba abrir o meu coração aos desafios e à esperança de um pouco de paz.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Do desamor


Esta é talvez a razão, a resposta. Mas que resposta, se nem perguntas faço? Tenho em mim a solidão de mil mundos perdidos, a saudade de mil ausências... E vivo assim. Sem arrastar para as minhas incertezas alguém que tudo foi para mim. Para não cometer o maior de todos os crimes: o desAMOR.


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Silêncios


Vesti-me de silêncios.
De palavras que ficaram por dizer.
Não ousei pedir-te que me vestisses de perguntas.
Só elas te ajudariam a despir a minha alma.
Mas tu nada perguntaste.
E eu nada respondi.