terça-feira, 18 de outubro de 2011

You needed me...



I cried a tear
You wiped it dry
I was confused
You cleared my mind
I sold my soul
You bought it back for me
And held me up and gave me dignity
Somehow you needed me.

You gave me strength
To stand alone again
To face the world
Out on my own again
You put me high upon a pedestal
So high that I could almost see eternity
You needed me
You needed me

And I can't believe it's you I can't believe it's true
I needed you and you were there
And I'll never leave, why should I leave
I'd be a fool
'Cause I've finally found someone who really cares

You held my hand
When it was cold
When I was lost
You took me home
You gave me hope
When I was at the end
And turned my lies
Back into truth again
You even called me friend
You needed me
You needed me




Amo-te, bubuleta.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Era uma vez...

Era uma vez alguém que procurava na voragem dos dias a sedução do que era novo, do diferente. Porque quando o que era novo e diferente se tornava conhecido e igual a tantas outras coisas que já conhecia, desvanecia-se a sedução e o desinteresse instalava-se, trazendo consigo o cansaço, o tédio, o desencanto... E tornava-se necessária uma nova procura do novo e do diferente. Antes ainda de se ter arrumado num canto ou fechado no baú das memórias o que se tinha tornado conhecido e igual. E porque isto ainda não tinha sido feito, eram necessárias novas máscaras, novas mentiras que mantivessem o conhecido e o igual, no caso de não conseguir obter o novo e diferente.
Quaisquer que fossem as características do novo e do diferente, invariavelmente se transformavam em conhecido e igual. Porém...
...Um dia aconteceu alguém. E, subitamente, o novo e o diferente que havia nesse alguém tinham a magia de se renovar todos os dias. E não havia cansaço, nem tédio, nem desencanto. Porque no despertar de cada dia, uma borboleta metamorfoseava-se numa dança de mil cores, reflectidas no brilho dos meus olhos rendidos ao encanto do movimento incansável de umas asas feitas de pedacinhos de arco-íris.

sábado, 15 de outubro de 2011

Parabéns, meu amor!!!

De hoje em diante, 15 de outubro será sempre um dia muito especial, ainda que não tão especial como a pessoa que lhe confere essa importância: TU!

E se o miminho que te envio está bem longe do que eu gostaria efectivamente de te dar hoje (especialmente hoje que é o teu aniversário!), quero dizer-te que, no teu próximo aniversário, compensar-te-ei da minha ausência de hoje, acordando-te com um beijo suave nos teus lábios, para que, ao abrires os olhos, possas ver no meu olhar o quanto te amo. Verás no meu sorriso o reflexo da felicidade plena que vivo desde que entraste na minha vida e terás no roçar dos meus dedos no teu rosto a expressão do carinho que inspiras.

Mas hoje, a um ano de distância desse dia, porque é o dia do teu aniversário, quero dizer-te que acredito que Deus sempre teve para ti uma missão. Por isso sobreviveste nos primeiros anos da tua vida a tudo o que tentou derrotar-te na tua fragilidade física e te fizeste o que és hoje, menina-mulher, capaz de vencer os fantasmas e os medos mais assustadores. Talvez até não tivesses consciência de como essa missão que Deus iria confiar-te seria árdua e difícil, mas aceitaste-a e estás a dar o teu melhor para que seja bem sucedida. A que me refiro? Ao caminho que tiveste de percorrer até agora, às mágoas que tiveste de vencer, feitas de promessas nunca cumpridas, até me encontrares e passares por mais uma prova que muitos não ultrapassariam, optando pela facilidade da desistência. Mas tu, pequenina, revelaste a força de quem luta pelo que quer, a coragem de perdoar quem errou e isso teve como consequência dares-me a oportunidade de permanecer na tua vida e de me esforçar por te merecer.

Por isso, se hoje sou uma pessoa diferente e tão afastada de um mundo que construí assente nas máscaras que colocava e nas mentiras que contava, devo-o a ti, devo-o ao facto de teres aceitado a missão de, através do teu amor, do teu carinho, do teu apoio, da tua compreensão e da tua persistência, fazeres de mim uma pessoa melhor.

Se antes o egoísmo me levava a concentrar-me na satisfação dos meus desejos, independentemente do mal que isso causava aos outros, hoje seria incapaz de fazer conscientemente algo que te magoasse, que te fizesse sofrer. E no entanto, até ter percebido o quanto te amo, fui capaz de te ferir, de te mentir. Precisei de quase te perder para tomar consciência da importância do teu amor e da tua presença na minha vida. Fizeste (sem me forçar a nada) que eu mudasse e que optasse por caminhos de verdade, de diálogo aberto, de partilha. Sinto-me inquieta, preocupada, desconfortável se (pre)sinto que não estás bem e, feita louquinha, dou por mim, várias vezes por dia, a (sor)rir quando te sei feliz e tranquila…

Trouxeste para a minha vida a paz, a tranquilidade e a estabilidade que me fazia falta. Mas não te limitaste a dar-me isso que já é tanto: despertas em mim tanto amor, tanto carinho e tanta ternura que, por vezes, tenho a sensação de que o meu peito é um espaço demasiado pequeno para guardar tudo o que me fazes sentir. Também te poderia falar da paixão e do desejo que acendes em mim, mas valerá a pena falar de algo que conheces tão bem como eu? Afinal, não é por acaso que te sinto em mim, que és parte de mim…

A imagem que a seguir vais ver e estas palavras que te dirijo são um miminho insignificante. Mereces tanto, infinitamente mais do que isto… Contudo, é o que hoje posso dar-te e dizer-te para que saibas e sintas o quanto te amo, o quanto quero fazer-te feliz.

Mais do que mais que possa aqui dizer-te (e para não correr o risco de te pôr a dormir logo nos primeiros minutos do dia do teu aniversário)… AMO-TE, AMO-TE, AMO-TE!!!